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Confira a evolução até a chegada do iPhone 11

Novo smartphone da Apple contará também com as versões Pro e Pro Max

A cena era recorrente. Steve Jobs, com sua camisa preta, calça jeans e tênis, subia ao palco e anunciava mais uma revolução tecnológica. As inovações trazidas pelo fundador da Apple resistiram ao tempo e seguem mobilizando os apaixonados pelo smartphone. A última novidade tem nome: iPhone 11. Aliás, o lançamento escreve mais um capítulo de uma trajetória ímpar.

Ao lado dos “irmãos” iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max, o aparelho chega para substituir o iPhone XR. Como já era esperado, o novo modelo traz recuos de ponta, como o sistema de câmera dupla, que soma um sensor adicional de 12 megapixels com lente ultra wide.

Por sua vez, o processador promete desempenho superior ao de outros smartphones do segmento. Além disso, conta com seis opções de cores: preto, amarelo, lilás, verde, vermelho e branco.

Isso sem falar na bateria, que, de acordo com a empresa, permite pelo menos quatro horas a mais de carga. As vendas começam no dia 20 de setembro nos Estados Unidos, com preço a partir de US$ 699.

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Longa história

Steve Jobs no lançamento do primeiro iPhone - Paul Sakuma/Associated Press/Estadão Conteúdo
Steve Jobs no lançamento do primeiro iPhone – Paul Sakuma/Associated Press/Estadão Conteúdo

E pensar que o primeiro iPhone, ainda pelas mãos de Jobs, data do “longínquo” ano de 2007. Isso ocorreu três anos após o lançamento de outra de suas bandeiras: o iPod.

Na época, a novidade estabeleceu as bases dos smartphones até mesmo no manuseio: sem teclado físico, o que era regra até então, e o “pinçar para zoom”. Suas especificações: tela de 3,5 polegadas, câmera traseira de 2 MP, até 8 GB de armazenamento e 128 MB de RAM. O sistema operacional iOS, então, ainda levava o nome de iPhone OS.

Aliás, o primeiro iPhone a ser comercializado no Brasil foi o 3G, em 2008, nas cores branca e preta. Foi quando surgiu a App Store, a loja virtual de aplicativos. No ano seguinte, o 3Gs trazia o dobro de memória RAM. Ele também trouxe a possibilidade de gravações em vídeo.

Estreia da Siri

Já em 2010, o iPhone 4 chegou com um design já um tanto diferente dos modelos iniciais, e adotou a tela Retina. No 4s, de 2011, ocorreu a estreia da Siri, a assistente virtual.

Por sua vez, o iPhone 5 veio com um” irmão” de baixo custo, o 5C, voltado para quem não havia tido ainda uma experiência com a marca. Ao mesmo tempo, aumentou sua tela para 4 polegadas. Seu sucessor, o 5S, apareceu em 2013 com um sensor biométrico, o TouchID.

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Telas maiores

Já em 2014, o iPhone 6 chegou com telas ainda maiores – 4,7 polegadas no 6 e 5,5 polegadas no Plus. Aliás, a mudança foi uma resposta à tendência do mercado. No ano seguinte, o iPhone 6s jogou suas fichas no 3D Touch, onde a tela era capaz de interpretar a força aplicada do toque.

Em 2016, o iPhone 7 dava adeus aos conectores tradicionais para fones de ouvido, além de apresentar resistência à água e uma segunda câmera principal. Já o ano de 2017 apresentou o modelo 8. Enfim, o smartphone trouxe uma câmera dupla – e veio totalmente sem fio para carregamento.

No mesmo ano, surgiu o iPhone X, em comemoração aos dez anos da linha. E “chegou chegando”, com tela maior (quase sem bordas). Mas o grande trunfo foi o Face ID, um reconhecedor facial que destravava o aparelho ao “ver” identificar o rosto do dono. No ano passado, foram lançados os modelos XR e XS.

Dica

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